ASSOCIAÇÃO DOS REPARADORES

AUTOMOTIVOS GRUPO DOS 20

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DICAS TÉCNICAS
NISSAN RECALL VOLUNTÁRIO
DICAS TÉCNICAS

Nissan convoca “recall voluntário”
Campanha visa resolver problemas pontuais de Pathfinder, Sentra, Frontier e Xterra


A Nissan divulgou nesta sexta-feira (12) o início de uma campanha por ela classificada como “recall voluntário”. A medida envolve os modelos Pathfinder, Sentra, Frontier e Xterra. Segundo a fabricante, os reparos são diferentes para cada modelo e nenhum acidente foi registrado em decorrência dos mesmos.

No caso do Pathfinder, 174 unidades com motor 4.0 a gasolina deverão trocar o relé do módulo de distribuição de energia que, em alguns casos, pode afetar o funcionamento do propulsor causando a paralisação do mesmo. As unidades envolvidas tem numeração de chassi de VSKJLWR5150900270 a VSKJLWR5170105281.

Já 186 unidades do Sentra deverão ter o conector do terminal positivo da bateria substituído. Segundo a Nissan, foi detectado mal funcionamento da peça o que pode resultar em dificuldade para ligar o carro e, “em alguns casos, a interrupção do funcionamento do motor em baixas velocidades”, informa a fabricante em comunicado. Os sedãs envolvidos partem do chassi 3N1AB6AD3BL600359 até 3N1AB6AD9BL600544.

Por fim, 30.865 unidades da Frontier (geração anterior) e 4.439 do Xterra deverão ter a coluna inferior de direção substituída. Nas palavras da marca, “segundo estudos de campo foi detectado que a cruzeta da coluna de direção pode apresentar, em casos extremos, corrosão que limita seus movimentos”. Nesse caso, se a peça não for trocada, a coluna pode quebrar o veículo ficar sem controle direcional. As unidades envolvidas da Frontier têm chassi de 94DAMAD222J302218 e 94DCEUD228J063644. Para o Xterra o intervalo compreende os números de 94DTMND223J377563 a 94DTEND228J049922.
Os clientes com os carros afetados poderão iniciar o agendamento na rede de concessionários a partir da próxima terça-feira (16). Para mais informações a Nissan disponibiliza, além de seu site, o telefone 0800-011-1090.

FONTE:CARRO ONLINE

publicado 12 de novembro de 2010

 
RECALL PEUGEOT 207 NOVAMENTE
DICAS TÉCNICAS

Linha Peugeot 207 sofre recall
Modelos podem ter defeito na bomba da direção hidráulica; há risco de incêndio

A Peugeot anunciou recall nesta terça-feira (16) para os modelos 2010 de toda a linha 207 (que englobam a versão hatch, Passion, Escapade, SW e Hoggar) por conta de possíveis problemas na bomba da direção hidráulica. De acordo com a marca, as unidades envolvidas possuem chassi com intervalos entre AB062690 a BB043495 e BB035692 a BB042027, embora algumas unidades entre os números não estejam inclusas no chamado. No total, 2.008 unidades serão afetadas pela campanha.

Conforme a empresa, a bomba da direção hidráulica pode estar fora das especificações, o que pode causar, ao longo do tempo, enrijecimento da direção. Em casos extremos, destaca a Peugeot, existe a possibilidade de ocorrer vazamento do fluído da direção hidráulica, podendo causar princípio de combustão no compartimento do motor.
 
Os proprietários devem agendar o atendimento para verificação e, se necessário, substituição da bomba de direção hidráulica. A Peugeot disponibiliza mais informações pelo telefone 0800 703 2424 ou pelo site www.peugeot.com.br.

FONTE:CARRO ONLINE

publicado 16 de novembro de 2010.

 
RECALL CITY / NEW FIT
DICAS TÉCNICAS
Honda fará recall para City e novo Fit
Má vedação no sensor do acelerador pode causar falha de desaceleração; chamada envolve 127.000 unidades
Márcio Murta

A Honda anunciou um recall que envolverá aproximadamente 127.000 unidades do City e novo Fit no Brasil. O motivo da chamada é o sensor do pedal do acelerador eletrônico, cuja falta de vedação adequada permite com que sujeira do assoalho entre no componente, podendo causar problemas de aceleração e desaceleração do motor. Segundo a marca, a falha será sanada com a inserção de uma proteção adicional.
 
O chassi dos veículos envolvidos no recall vão de 93HGE87709Z100001 a 93HGE6760BZ103544 para o Fit (ano/modelo a partir de 2009) e de 93HGM2660AZ100032 a 93HGM2620BZ110022 no caso do City (ano/modelo 2010 em diante).
 
A Honda informa que o reparo dos veículos começará a ser realizado nesta próxima segunda-feira (18) em qualquer uma de suas concessionárias. A empresa também comunica que o procedimento é simples, mas recomenda o agendamento prévio para sua realização. Mais informações podem ser obtidas no site www.honda.com.br/recall e pelo telefone 0800-775-5346.

FONTE:CARRO ONLINE
 
RECALL PEUGEOT 307
DICAS TÉCNICAS
Mais recall: Peugeot convoca 307
Problema afeta as carrocerias sedã, hatchback, station wagon e conversível do modelo
César Tizo

A Peugeot convocou nesta sexta-feira (15) uma campanha de recall envolvendo a linha 307, inclusive a configuração conversível Coupé Cabriolet (confira os modelos e numeração de chassi na tabela abaixo). O motivo, segundo a fabricante, está na “atualização do Programa Eletrônico de Gestão da Iluminação Externa” para um software mais recente. Em algumas unidades pode ocorrer "falha na identificação da posição do comando do acendimento dos faróis", o que eventualmente pode resultar em um desligamento dos mesmos sem a ordem do motorista.

No total, o chamamento envolve 4.285 automóveis com chassis não sequenciais. Portanto é importante que os veículos afetados procurem verificar se devem refazer o procedimento. A Peugeot disponibiliza para mais informações o telefone 0800 703 2424 e o site www.peugeot.com.br.

Modelo Ano Chassi (inicial - final)
307 Coupé Cabriolet 2007 e 2008 7S009244 a 8S011331
307 Station Wagon 2007 e 2008 7S009634 a 8S011440
307 Sedan 2008 e 2009 8G076043 a 9G031405
307 Hatchback  2008 e 2009
 8G076137 a 9G036907

FONTE:CARRO ONLINE
 
RECALL , MOTIVOS PELOS QUAIS SÃO FEITOS
DICAS TÉCNICAS

Fato: por mais controlado que seja um processo produtivo, ele está sujeito à ocorrência de falhas. E essas falhas, quando atuam sobre qualidade do produto, provocando defeitos, colocam em risco a confiabilidade de uma marca, não importa se é tradicional ou não. O mercado é implacável. Um simples boato pode gerar milhões em prejuízos, antes mesmo da apuração da sua veracidade. E se o vício no produto for comprovado e produzir danos materiais e / ou pessoais, os prejuízos aumentam exponencialmente. Isso sem falar nos processos judiciais que os fabricantes são submetidos.

Por essa razão, as indústrias investem, constantemente, enormes quantias em ferramentas de gestão de processos que, sem sombra de dúvida, proporcionam uma enorme redução na incidência de falhas. Mas não a sua completa eliminação.

Nesse ponto é importante lembrar que o "processo de produção" não acaba no final da linha de montagem. Ele continua, com o produto já nas mãos do cliente, em forma de assistência técnica, garantia e serviços de atendimento (SAC), ou seja, pós-vendas.

E quanto mais complexo o processo, mais sujeito a falhas ele está, exigindo ferramentas cada vez mais sofisticadas. É claro que esse custo reflete diretamente sobre o preço final do produto.

Pois bem, a fabricação de um veículo não é uma exceção. Afinal de contas, esse processo envolve milhares de variáveis, que atuam de forma contínua, interligada e dependente. Equacioná-las e controlá-las é um trabalho titânico.

Mas esses processos são bons? Sem sombra de dúvida! A maior prova disso são os excelentes produtos que são colocados no mercado. No entanto, falhas ocorrem. E nem sempre são detectadas durante a produção de um lote.

De olho na segurança

Quando um defeito não compromete a segurança, a correção é especificada por meio de um boletim técnico e realizada, nas revisões de garantia, sem custo nenhum. Muitas pessoas percebem apenas que seus veículos voltaram "bem melhores" das revisões, sem que nada lhes fosse cobrado, ou mesmo, notificado. E se, por acaso, essas revisões não são feitas, o veículo, agora sem garantia, continua a rodar, "não tão bom", mas sem oferecer qualquer risco aos seus ocupantes. Obviamente que os lotes seguintes são fabricados já com a devida correção.

Agora, quando a falha compromete a segurança, a conversa muda. Se um veículo colocado no mercado oferecer risco de provocar acidentes, lesões, ou mesmo, não proporcionar a devida proteção a seus ocupantes, por problemas de qualidade, é hora de estudar rapidamente uma solução e fazer um RECALL. Ou seja, chamar publicamente os proprietários, por meio dos veículos de comunicação, de um determinado lote para uma correção.

A origem de um recall pode ser um relatório da ferramenta de gestão do processo de fabricação, reclamações dos clientes, notificações da assistência técnica, ou mesmo, nos casos mais graves, denúncias via imprensa ou notificações das autoridades.

A maioria dos recalls é feita preventivamente. Isso prova que o rastreamento do processo funciona. Ou seja: o veículo é produzido com qualidade. Além disso, mostra a responsabilidade do fabricante junto a sua clientela:

"Leva-se muitos anos para se construir uma reputação, mas apenas alguns segundos para destruí-la".

Isso sem falar nos já citados "gigantescos" custos, diretos e indiretos, que as proibições de comercialização e os processos judiciais trazem.

Mas e o mecânico, o que tem a ver com isso tudo?

Ora, o "Guerreiro das Oficinas" é, antes de tudo, um consultor técnico de absoluta confiança. Seus clientes costumam acatar suas recomendações sem qualquer discussão. Ficar atento aos recalls anunciados permite ao profissional alertar aqueles clientes mais distraídos, aumentado o valor agregado dos seus serviços. Além disso, o processo de reparação também está sujeito a falhas. Rastrear o processo a fazer um recall preventivo, caso alguma falha seja detectada, é uma boa prática que aumenta ainda mais a confiança do cliente.

MATÉRIA RETIRADA DA REVISTA : O MECÂNICO
 
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